Em uma eleição geral, o eleitor não escolhe todos os cargos de uma vez. A urna apresenta uma sequência definida, e cada escolha precisa ser confirmada antes de avançar.

Nas Eleições 2026, a ordem começa por deputado federal. Depois vem deputado estadual — ou distrital, no caso do Distrito Federal.

Em seguida aparecem as duas vagas para o Senado. O eleitor precisa escolher dois candidatos diferentes. Se repetir o mesmo número nas duas vagas, o segundo voto não se transforma automaticamente em outro voto para o mesmo candidato.

Depois das escolhas legislativas, a urna apresenta governador e vice-governador e, por último, presidente e vice-presidente da República.

A ordem ajuda a organizar a votação e também muda a forma como o eleitor deve preparar sua “cola eleitoral”. Anotar os números na mesma sequência da urna reduz a chance de procurar um candidato errado no meio da votação.

O painel apresenta informações da candidatura antes da confirmação, como nome, fotografia, partido e cargo, conforme as regras eleitorais.

Se o número digitado não corresponder a uma candidatura válida, a urna informa a situação e o eleitor pode corrigir antes de confirmar.

O voto é concluído cargo por cargo. Por isso, um erro ou voto nulo em uma etapa não apaga automaticamente as escolhas já confirmadas para cargos anteriores.

Parece um detalhe operacional, mas a ordem de votação costuma gerar dúvidas justamente porque eleições gerais têm mais cargos do que eleições municipais.

Em 2026, são seis escolhas. Saber a sequência antes de chegar à cabine torna a votação mais rápida e reduz confusões.

Fontes

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ↗