Romeu Zema (Novo) afirmou que pretende usar cofinanciamento de projetos e aceitar indicações técnicas de parlamentares como instrumentos de articulação com o Congresso.

Ao ser questionado sobre como lidaria com o Centrão e com o volume de emendas parlamentares, Zema disse que poderia apresentar um cardápio de projetos aos deputados e oferecer contrapartida federal.

O candidato resumiu a lógica dizendo que, para projetos alinhados às prioridades do governo, a União poderia colocar R$ 1 adicional para cada R$ 1 destinado pelo parlamentar.

Zema também afirmou que aceitaria indicações políticas para funções públicas, desde que os nomes passassem por processo seletivo e acompanhamento de desempenho. Segundo ele, esse modelo foi usado em Minas Gerais em estruturas regionais de saúde e educação.

A bancada insistiu que o Congresso Nacional tem dinâmica mais complexa que a Assembleia Legislativa de Minas. Zema reconheceu a diferença e disse que não pretende abrir mão de critérios éticos e de gestão, mas admitiu que a velocidade das mudanças seria imprevisível.

O candidato não apresentou nomes para as presidências da Câmara e do Senado e afirmou que reformas de governança do Legislativo seriam graduais.

Fontes

O Globo, Valor Econômico e CBN ↗

Sabatina de Romeu Zema promovida por O Globo, Valor Econômico e CBN em 25/08/2026. Trecho principal: 00:23:42–00:31:45. Assista ao vídeo completo.